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03/Fev/2017 - 08:00 - Atualizado em 02/Fev/2017 - 16:13

O lado obscuro da internet das coisas

Apesar da comodidade que a tecnologia oferece, sistema também preocupa no que se refere à segurança


Por Renato Carvalho - SIMI
No espaço Campuseiro Curador, da Campus Party Brasil, o administrador de empresas Alex Silva, apresentou alguns problemas que uma rede IoT pode oferecer
Crédito: Renato Carvalho/Simi

A internet das coisas (IoT) oferece diversas possibilidades em um mundo moderno e tecnológico. A automação de tarefas simples do dia a dia facilitam a maneira como operamos nossos equipamentos. Mas, por outro lado, essa digitalização também oferece riscos à segurança.

No espaço Campuseiro Curador, da Campus Party Brasil, o administrador de empresas Alex Silva, apresentou alguns problemas que uma rede IoT pode oferecer. Essa tecnologia permite transformar tudo em smart e, consequentemente, deixar vulnerável a ataques.

Com a proposta de “colocar o dedo na ferida”, Alex trouxe o lado ‘negativo’ do IoT. Segundo ele, um dos riscos é o chamado “man in the middle”, que é uma pessoa que ‘intercepta’ as conexões entre sua rede e o servidor.

Outo risco é o Scan que, como o nome em inglês diz, é uma varredura de todos os dispositivos conectados à rede. Através desse artifício, é possível saber quais equipamentos uma casa tem, por exemplo.

Duas formas que ajudam a tornar as redes mais seguras, segundo o curador, é usar um VPN – uma rede privada virtual -, que funciona como “um túnel que encripta a conexão entre seu sistema e o servidor”, explica Alex. A segunda maneira é a partir do NAT – em português, Tradução de endereço de rede - , que permite que a rede receba conexões apenas de um determinado IP pré-estabelecido.

Mesmo assim, fica o lembrete. “Não há segurança total enquanto o homem estiver envolvido. O humano é o elo fraco da corrente e suscetível a falhas”, destacou.

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