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10/Nov/2016 - 12:39 - Atualizado em 10/Mai/2018 - 15:52

Implantes de biochips surgem como opção prática para armazenar informações

Palestra da Campus Party MG, que acontece na FINIT, apresentou possibilidades para a tecnologia


Por Renato Carvalho/SIMI
Raphael Bastos palestrou sobre biohacking durante a Campus Party
Crédito: Una 360

Já pensou poder pagar contas, fornecer seus contatos e ter suas informações do tipo sanguíneo em um chip implantado na sua mão? Pois é. Isso já acontece e deve virar tendência em breve, é o que acredita o consultor de T.I Raphael Bastos.

Em sua palestra na Campus Party, Raphael, que tem dois biochips implantados em suas mãos, acredita que essa tecnologia chegou para facilitar o dia a dia das pessoas. Enquanto um de seus chips serve para desbloquear seu notebook e entrar no seu prédio comercial, o outro funciona para armazenar bitcoins e também fornecer seus contatos.

O biohacking é uma prática antiga, apesar do termo recente. Tatuagens, que existem há sete mil anos, são modificações corporais. No entanto, o biochip surge para ampliar as possibilidades humanas e não corrigí-las. “O biochip é uma tecnologia para melhorar nosso corpo. Você estará incluindo uma funcionalidade com a qual você não nasceu”, disse Raphael.

Segundo o consultor, o grande empecilho é encontrar médicos dispostos a implantar o dispositivo, já que não é um procedimento regulamentado. Ele afirma, também, que não há riscos à saúde, apenas os riscos cirúrgicos, como rejeição ou infecção. “O fabricante do biochip nunca recebeu uma reclamação de que o produto se quebrou após ser implantado”, explicou.

Não há limites para o biohacking. O futuro pode ser muito amplo, como modificações em códigos genéticos para tratamentos de câncer.

E você? Tem coragem de implantar um biochip? Comente!

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