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10/Ago/2017 - 15:00 - Atualizado em 16/Ago/2017 - 14:45

Programa de mestrado profissional gratuito quer transformar dissertações em empresas

Profnit foi apresentado aos campuseiros durante a Campus Party Bahia


Por Paula Isis/SIMI Belo Horizonte
Cristina Quintella, da UFBA, fala da importância de transformar pesquisas acadêmicas em empresas, gerando emprego e renda para a sociedade
Crédito: Paula Isis/SIMI

Formada em Física pela UFRJ  e doutora em Ciências Moleculares pela University of Sussex, na Inglaterra, a professora titular do Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Cristina Quintella, compartilhou com os campuseiros da primeira Campus Party realizada em Salvador o trabalho realizado no Profnit - um programa de mestrado profissional com polos em diversos estados brasileiros que quer transformar as dissertações das universidades em empresas.

O Profnit é um programa de pós-graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação, stricto sensu, dedicado ao aprimoramento da formação profissional para atuar nas competências dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) e nos Ambientes Promotores de Inovação nos diversos setores acadêmico, empresarial, governamental, organizações sociais etc.

Para ela, mais importante que o artigo científico e as patentes que são desenvolvidas nos centros de pesquisas, são as empresas que surgem a partir deles. "Mas é importante não quebrar a cadeia." De acordo a professora, a melhor forma de aumentar a maturidade do seu projeto é procurando os NITs - Núcleos de Inovação Tecnologia das universidades. Apesar do país ter, atualmente, 323 NIT's, "eles são muitos novos aqui no Brasil, só têm 15 anos, são adolescentes. Por isso, muitas pessoas não sabem o quanto eles podem ser úteis para o desenvolvimento do artigo científico em uma empresa que irá gerar empregos", lamenta. O PROFNIT vem para preencher esta lacuna.

Com o corpo docente composto por doutores, o programa já tem nota 4 de mestrado. Além disso, o corpo docente não recebe pro-labore e os alunos não pagam anuidade. De acordo com Cristina Quintella, o programa tem, atualmente, 12 polos de matrículas para alunos e as aulas são presenciais. Ainda de acordo com ela, existe um projeto para que o programa se expanda para 30 pontos focais.  

Para participar, o aluno deve realizar uma prova. Para ser aprovado, ele precisa tirar nota 5. Na segunda etapa, é feita uma análise currícular. "O aluno traz o gargalo de seu ambiente de trabalho e o docente orienta", destaca a professora.

Para saber mais sobre o Profnit, clique aqui.

Fique ligado! Entre os dias 1 e 5 de novembro, a Campus Party desembarca em Belo Horizonte, durante a FINIT. Quer saber mais? Clique aqui. 

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